Especialidades / Nutrição Funcional

Atuação da nutrição nos Transtornos de Ansiedade e TDHA

O estresse e a ansiedade excessiva são muito comuns hoje em dia. O ritmo muito acelerado, cobranças na aérea profissional, excesso de informações, falta de tempo, agitação das grandes cidades, isso faz com que algumas pessoas se tornem menos produtivas e mais estressadas. Estes fatores estressantes podem levar ao surgimento da ansiedade em excesso. 

Esse excesso de ansiedade pode causar conseqüências como dificuldade para desenvolvimento de atividades diárias pouca concentração, irritabilidade, insônia entre outros.

O reconhecimento de que existe influência da microbiota intestinal em várias vias de sinalização, levou a um conceito de um eixo microbiota- intestino- cérebro (eixo MGB microbiota-gut-brain). Atualmente sabe-se que a microbiota que habita o intestino afeta a atividade do sistema nervoso central do seu hospedeiro. Os transtornos de ansiedade, assim como os transtornos de humor estão relacionados com o desequilíbrio da microbiota intestinal de crianças e adultos. Esta ligação revela uma nova oportunidade terapêutica no tratamento de distúrbios psiquiátricos baseada na intervenção nutricional com o uso probióticos ((organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefício à saúde do hospedeiro), prebióticos (são compostos não-digeríveis pelas enzimas do trato gastrintestinal, e que estimulam o crescimento de espécies bacterianas benéficas, como bifidobactérias e lactobacilos) juntamente com uma alimentação individualizada e equilibrada para a manutenção de uma microbiota saudável. 



O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é o distúrbio neurocomportamental mais comum da infância. Nas duas últimas décadas, tem havido um crescente foco especial sobre os efeitos da dieta em relação a hiperatividade em crianças.

Os aditivos alimentares, açúcares refinados, os desequilíbrios minerais, a falta de ácidos graxos essencias e a deficiência de vitaminas do complexo B, foram relatados por terem efeitos adversos sobre o comportamento.

 Diante de várias referências que apontam a influência da dieta no TDAH tanto negativa: alimentos e aditivos alimentares que são gatilhos para este transtorno, quanto positiva: alimentos e nutrientes  que modulam esta disfunção, e tendo em vista que existem poucos resultados eficientes de tratamentos medicamentosos em relação a este transtorno, sendo freqüentes os efeitos colaterais, a nutrição pode ser um fator determinante para  o equilíbrio e controle do TDAH.




 

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